terça-feira, 12 de abril de 2016

Ford Fusion Hybrid: quando o passado e o futuro se unem para um presente mais verde

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A família do novo Ford Fusion cresceu. Depois da versão EcoBoost 2.0 Turbo, a primeira a chegar ao mercado, no fim do ano passado, e da 2.5 flex, lançada em março deste ano, agora é a vez da híbrida, que traz como principal diferencial o fato de ter dois motores: um a combustão e outro elétrico. O primeiro é um 2.0 aspirado de 145 cv e o elétrico gera 88 kW. Juntos, eles somam o equivalente a 190 cv de potência. A proposta do Fusion Hybrid não é ter força a serviço do desempenho, e sim da economia de combustível e, consequentemente, das emissões de poluentes reduzidas. Em testes realizados, o Hybrid não deixou dúvidas em relação a isso, com médias de 21,3 km/l na cidade e 16,2 km/l na estrada, chegando a ser mais econômico que um Fiat Uno 1.0.

Por usar o motor elétrico na maior parte do tempo, na cidade, o Fusion conseguiu algo incomum: consumir mais nas estradas que no trânsito das ruas. A explicação disso é o fato de o motor elétrico levar o carro até os 100 km/h, desde que o motorista pise bem de leve no acelerador e tenha paciência para esperar a velocidade subir gradativamente, a fim de evitar que o motor a combustão entre em ação. Ou seja, é possível rodar bastante tempo usando apenas eletricidade. Quando o motorista pisa mais fundo no acelerador, para desenvolver maior velocidade ou para vencer aclives, o motor a combustão entra em ação. Nas situações em que é necessária a força máxima, os dois motores funcionam juntos. Em testes realizados, isso ocorreu nas medições de aceleração, por exemplo, onde o Fusion Hybrid conseguiu o tempo de 9,8 segundos, nas provas de 0 a 100 km/h.


No dia a dia, o Fusion se comporta como seus equivalentes: é um sedã confortável, que roda com suavidade, mas demonstra muita previsibilidade nas reações. A suspensão absorve bem as irregularidades do piso, mas não abre mão de segurar o carro nas curvas, frenagens e arrancadas. O híbrido tem os mesmos sistemas de suspensão e de direção dos irmãos, com as devidas adaptações ao peso da versão. 

Seu câmbio e-CVT é automático continuamente variável, ou seja, não há trocas de marchas com relações fixas. Mas, como também não há efeito freio-motor na descida (situação em que o motor a gasolina normalmente descansa), existe um botão na alavanca de câmbio para limitar a velocidade em declives. O sistema de freios (regenerativo) tem bomba de vácuo elétrica, o que modifica um pouco a sensação de peso do pedal, para deixá-lo mais pesado, mais próximo de um freio hidráulico. Mas sem comprometer a eficiência do conjunto.


Em relação ao conteúdo, acabamento e equipamentos, o Hybrid se equipara ao 2.0 Turbo no padrão topo de linha Titanium. Ele conta com piloto automático adaptativo, monitoramento de pontos cegos, sistema de permanência em faixa de rolagem, câmera de ré, assistente ativo de estacionamento e central multimídia Sync, entre outros itens. 




Por Lucas Fagundes
Fonte: QUATRO RODAS

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